O MINISTÉRIO da Educação e Desenvolvimento Humano(MINEDH) tem disponíveis 2.450.344 vagas para novos ingressos na 1.ª, 6.ª, 8.ª e 11.ª classe, no ano lectivo de 2020.
O número representa um aumento na oferta de vagas em cerca de dois por cento, comparativamente ao presente ano lectivo. Desta disponibilidade, pouco mais de 1,5 milhão se destinam a crianças que vão frequentar a 1ª classe.
Segundo apurou o “Notícias”, para este nível de ensino as matrículas iniciam hoje, num processo que se deverá prolongar até 31 de Dezembro. As inscrições serão orientadas para crianças nascidas em 2014, ou seja, que completam seis anos até 30 de Junho de 2020, tal como preconiza a Lei 18/2018, de 28 de Dezembro.
O porta-voz do MINEDH, Manuel Simbine, apelou aos pais e encarregados de educação a não deixarem as inscrições dos seus educandos para o fim, para evitar a pressão que geralmente se assiste nos últimos dias.
“Este é um processo que já está alinhado e preparado de forma a iniciar logo na terça-feira. Para as crianças que vão ingressar para a 1.ª classe, o sistema vai continuar a prover, em cem por cento, os manuais escolares”, acrescentou.
Apesar de se prever que o processo se prolongue por três meses, no ano passado, algumas escolas dos centros urbanos esgotaram as vagas logo na primeira semana. Entretanto, outros estabelecimentos prolongaram até Janeiro deste ano. Houve ainda algumas escolas que nem preencheram as vagas que foram colocadas à disposição.
De acordo com a fonte, a regularização das inscrições dos alunos que transitarem para a 6.ª, 8.ª e 11.ª classevão acontecer de 6 a 24 de Janeiro do próximo ano.
Para a 6.ª classe, as escolas vão disponibilizar 548.282 vagas, prevendo-se que outras 278.922 crianças sejam absorvidas na 8.ª classe. No segundo ciclo do ensino secundário, o sector tem disponíveis 105.108 vagas em todo o país.
Universidade Wutivi no distrito de Boane província de Maputo promove dia aberto para estudantes, um incentivo para que os alunos tenham noção do curso que pretendem seguir ao ingressarem no ensino superior. O evento envolveu vários estudantes do ensino e institutos-politécnicos da cidade e província de Maputo
Educação à Distancia regista aumento de alunos, apesar dos desafios impostos pela fraca expansão da rede das Tecnologias de Informação e Comunicação, sobretudo nas zonas rurais, principal foco deste sistema de ensino, em Moçambique.
Quem o diz é Jorge Ferrão reitor da Universidade Pedagógica.
Ferrão falava hoje em Maputo durante a abertura da 4ª Conferencia Nacional de Educação à Distancia.
O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, considera o início do programa de formação de professores 12ª+3 anos, como parte das realizações do Governo para assegurar que todo moçambicano tenha acesso ao ensino e educação de qualidade.
Do Rosário falava na cerimónia de lançamento oficial do programa, na província da Zambézia, onde se encontra, desde ontem, a realizar uma visita de trabalho.
Segundo o dirigente, a maior aposta deste Governo é ver Moçambique dotado de capital humano capaz de responder aos desafios do momento, sobretudo para converter os nossos recursos naturais em riqueza que beneficie aos cidadãos, de modo a acelerar o desenvolvimento socioeconómico do país.
O programa que se enquadra no âmbito do sistema da monodocência vai permitir que o professor esteja capacitado a leccionar todas as disciplinas do ensino primário, bem como, acompanhar o progresso dos seus alunos durante os primeiros seis anos de escolaridade, referiu.
O programa tem como objectivo aprimorar a formação de professores para o Ensino Primário e Educação de Adultos, de modo a preparar-lhes e integral que lhes confere habilidades para leccionarem em regime de monodocência e de efectiva inclusão.