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Governador da Zambézia questiona sobre o aumento de novos casos de infecção pelo HIV/Sida na província. 
Na Zambézia a taxa de seroprevalência é estimada em cerca 12%.
Abdul Razak apela a sociedade a levar à séria a problemática da pandemia do Sida, com vista a garantir a prevenção, combate e mitigação dos efeitos da doença.

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Desconhecidos roubam quantidades não especificadas de medicamentos num dos Centros de Saúde da cidade de Mocuba, província da Zambézia.

Alegada falta de guarda na Unidade Sanitária deixa o hospital vulnerável e pode ter contribuído para o alcance dos objectivos dos malfeitores.

 

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OS cidadãos devem se prevenir e fazer o diagnóstico precoce da hipertensão arterial, um problema de saúde que não apresenta sintomas mas que pode resultar num Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou trombose.

O alerta é do Ministério da Saúde que, com base em estudos realizados em 2015, revela um aumento significativo do número de casos de hipertensão arterial entre a população moçambicana da faixa etária 25 a 64 anos. Os resultados dessas pesquisas indicam que pelo pelos trinta e nove em cada cem indivíduos daquela faixa etária sofrem de hipertensão arterial, contra a média de trinta e três em cada cem registados no ano anterior.

“O que preocupa mais é o facto de a percentagem de hipertensos, ou seja, aqueles que de facto mediram a tensão arterial, é de 16 por cento. Isto é, 84 por cento dos adultos hipertensos não sabem sequer que têm tensão alta. Não tomam medicamentos e correm o risco de ter ou uma trombose ou um ataque de coração ou uma insuficiência cardíaca ou uma outra complicação qualquer a qualquer momento”, alerta o cardiologista Albertino Damasceno.

Falando sobre a campanha a ser desenvolvida ao longo deste mês de Maio, no qual se celebra o Dia Mundial da Luta Contra a Hipertensão Arterial, Damasceno disse que a iniciativa tem em vista aumentar o grau de conhecimento dos moçambicanos sobre este problema de saúde.

Referiu que durante este período serão realizadas operações de medição de tensão arterial em locais de trabalho, lugares de grande aglomeração populacional como mercados e igrejas, para permitir que as pessoas meçam a sua tensão arterial. Serão ainda passadas mensagens sobre este problema de saúde nos órgãos de comunicação social assim como através das empresas de telecomunicações.

O cardiologista advertiu que a pessoa deve fazer a avaliação regular para se apurar se de facto é ou não é hipertensa. Se o resultado for positivo, é orientada a tomar medicamentos por toda a vida.

“A hipertensão é silenciosa. Se as pessoas estão à espera de sintomas, o primeiro sintoma pode ser a trombose. É importante que as pessoas meçam a tensão arterial uma vez por ano. É preciso destruir o mito de que eu não tomo medicamentos porque se tomar ficarei dependente. As pessoas ficam dependentes do álcool, do tabaco, do jogo. Ninguém fica dependente de medicamentos porque medica por opção e porque sabe que não quer correr o risco de ter uma trombose”, observou, apontando como exemplos de factores de riscos para este problema de saúde as características genéticas, ingestão excessiva do sal, sedentarismo, obesidade, consumo abusivo do álcool.

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A prevalência do HIV entre homens e mulheres com idades entre 15 e 49 anos aumentou de 11.5 por cento em 2009, para 13.2 por cento em 2015, segundo indica o relatório do Inquérito de Indicadores de Imunização, Malária e HIV/SIDA em Moçambique (IMASIDA 2015), divulgado ontem pelo Ministério da Saúde.

Entretanto, de acordo com o relatório, os intervalos de confiança dos inquéritos de 2009 e 2015 sobrepõem-se, facto que as autoridades da saúde apontam como um indicador de que, estatisticamente, o aumento da prevalência não é significativo.

Segundo Francisco Mbofana, Director Nacional de Saúde Pública e Investigador principal do inquérito, os actuais indicadores mostram que o HIV/Sida continua a ser um problema de saúde pública em Moçambique, alertando que os cidadãos não se pode iludir com os dados referentes à cobertura do tratamento anti-retroviral, e abdicarem dos cuidados básicos de prevenção.

“Persistem comportamentos de risco como o não uso do preservativo e a existência de relações múltiplas. Um dos passos seguintes é concentrar as atenções nas províncias às quais antes não se tinha dado muita atenção”, disse Mbofana.

O relatório IMASIDA 2015 indica que a tendência na prevalência de HIVB é crescente em sete províncias do país, nomeadamente Niassa, Cabo Delgado, Nampula, Zambézia, Sofala, Inhambane e Maputo-província. Tete, Manica e Gaza denotam uma tendência de redução da prevalência.

Relativamente a indicadores da relação entre a prevalência do HIV e a circuncisão médica masculina o relatório refere que a província de Tete é a que tem a menor percentagem de homens circuncidados, mas que apresenta baixos índices de infecção pela doença.

“Como podemos ver, a circuncisão não é a varinha mágica para a redução da infecção com o HIV. Notamos ainda uma redução da prevalência do HIV nos jovens, sendo que a maior percentagem está na faixa dos 23 e 24 anos de idade”, acrescentou.

O Relatório do IMASIDA apresentado, ontem em Maputo, refere que a taxa do HIV estimada em 2015 é maior nas mulheres (15.4 por cento) em comparação com os homens (10.1 por cento). Em ambos os sexos, a prevalência é maior na zona urbana com 25, 5 por cento para as mulheres e 12.3 por cento para os homens do que na área rural (12,6 por cento para mulheres e 8,6 por cento para homens).

Pormenores sobre o relatório na página cinco desta edição.

 

Fonte: Jornal Noticias

Link: http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/destaque/67334-hiv-sida-em-mocambique-inquerito-alerta-sobre-lacunas-na-prevencao.html

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A PRIMEIRA-DAMA de Moçambique, Isaura Nyusi, reiterou hoje, em Houston, Estados Unidos, que vai prosseguir os seus esforços na luta contra o cancro, sublinhando que não descansará enquanto os moçambicanos continuarem a sofrer deste flagelo.

A esposa do Presidente da República assumiu este compromisso num discurso feito durante a sessão inaugural da conferência internacional do Programa Académico Global (GAP) 2017 – Simpósio Global de Oncologia, promovida pelo Centro do Cancro MD Anderson.

Na sua intervenção, Isaura Nyusi destacou que, como Primeira-dama de Moçambique, vai prosseguir o seu empenho em programas nacionais para garantir que nenhuma criança, mulher ou homem morram devido ao cancro por falta de informação.

Referiu-se ao cenário em Moçambique, onde o número de casos de cancro é cada vez mais crescente, não só entre homens e mulheres, mas também entre crianças, comprometendo o futuro do país.

Explicou que é frequente, por exemplo, o cancro do útero e da mama, nas mulheres, da próstata e o sarcoma de Kaposi, nos homens, e as leucemias, linformas e os sarcomas, nas crianças.

Estes casos, de acordo com Isaura Nyusi, são agravados pela epidemia do Sida, que assola um em cada 10 moçambicanos, acrescentando que muitos tumores estão relacionados com a infecção pelo HIV. Disse que dia-após-dia cresce o número de crianças órfãs e de outras padecendo desta endemia, privando-as do convívio dos pais e de sorrir e brincar alegremente.

Segundo a Primeira-dama, em Moçambique mais de 22 mil pessoas são diagnosticadas com cancro tardiamente, o que muitas vezes concorre para que não sejam salvas devido ao estado avançado do tumor.

A situação, como explicou a Primeira-dama, deve-se, nalgumas situações, a factores como o obscurantismo, tabus e pobreza. Lamentou a existência de poucos oncologistas treinados ou profissionais com especialização na matéria, considerando urgente para Moçambique uma parceria com o MD Anderson e instituições irmãs do Brasil, nomeadamente o Hospital de Cancro de Barretos, o Centro de Cancro A.C. Camargo e com o Hospital israelita Albert Einstein.

Isaura Nyusi indicou que Moçambique tem vindo a desenvolver várias actividades com vista a melhorar a prevenção, diagnóstico e tratamento do cancro, apontando como exemplo disso a aprovação, pelo Governo, do plano estratégico para a prevenção e controlo de doenças não transmissíveis, a criação de um programa de controlo de cancro e acções de advocacia e lançamento de diversas campanhas no país.

A esposa do Presidente da República afirmou que apesar de o cancro representar um fardo, Moçambique encontra nas parcerias a esperança de construir um futuro melhor para os cidadãos.

Reconheceu, porém, que o combate ao cancro é difícil, mas não é impossível de se vencer, sobretudo quando se conta com aliados no combate. “As oportunidades de vitória contra a endemia são maiores”, disse.

Precisou que por acreditar na possibilidade de se vencer o cancro o seu gabinete tem estado a aderir a movimentos nacionais e internacionais, de forma a contribuir na minimização do impacto deste mal no país.

Como membro da Organização das Primeiras-Damas de África (OAFLA), segundo sustentou, tem estado a levar a cabo acções tendentes a contribuir para o esforço nacional de prevenção, gestão e eliminação do HIV e SIDA e do cancro no Continente Africano.

Salientou que o seu gabinete se tem empenhado em programas visando a redução da mortalidade materna, neonatal e infantil, aumentando o conhecimento das comunidades sobre o cancro do colo do útero e da mama no país.

Isaura Nyusi referiu-se ainda a outras acções promovidas pelo seu gabinete, como o reforço nacional da redução do cancro cervical e da mama, apoio ao esforço da criação de um ambiente político favorável para a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do cancro do colo do útero, da mama e da próstata, bem como na mobilização de recursos com vista a garantir a realização destas actividades.

 

Fonte: Jornal Noticias

Link: http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/politica/67343-combate-ao-cancro-primeira-dama-renova-compromisso.html

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